O nome ajuda a orientar o leitor, mas não deve substituir personalidade, ação e contexto. Avalie o nome dentro do elenco e da cena. Época, região e família oferecem pistas, mas nunca determinam personalidade, classe ou destino. Neste recorte, isso significa facilitar distinção e leitura sem infantilizar a linguagem.
A decisão específica
O trabalho aqui é facilitar distinção e leitura sem infantilizar a linguagem. A pergunta de controle é: O leitor distingue esta pessoa sem o nome precisar explicar o caráter? Essa formulação impede que gosto pessoal ou acabamento visual substituam o teste no contexto real.
Roteiro de análise
- Posicione nascimento, ambiente familiar e ponto de vista.
- Leia o nome ao lado dos personagens que dividem mais cenas.
- Teste formas de tratamento usadas por grupos diferentes.
- Registre grafia, pronúncia e primeira aparição na folha de continuidade.
Exemplo trabalhado
Um livro ilustrado evita dois nomes de quatro letras começados por L na mesma dupla.
Este cenário é didático e não representa cliente, pesquisa de mercado ou resultado garantido. A primeira evidência a registrar seria “faixa de leitura”, para que outra pessoa consiga revisar a decisão.
Critérios que precisam de evidência
- Faixa de leituraQue evidência mostra que “faixa de leitura” funciona no uso principal?
- ElencoQue evidência mostra que “elenco” funciona no uso principal?
- SomQue evidência mostra que “som” funciona no uso principal?
- IlustraçãoQue evidência mostra que “ilustração” funciona no uso principal?
Armadilha deste caso
Confundir simplicidade com repetição sonora. Se isso acontecer, volte ao objetivo e compare alternativas de estratégias realmente diferentes.
Folha de evidências